Cruzamento tropical de duas raças zebuínas

 

A vacada Guzonel já vem sendo considerada uma “base” para a pecuária tropicalista moderna. As virtudes do Nelore somadas às virtudes do Guzerá permitem toda sorte de investimentos, com absoluta confiança no futuro. O clima tórrido, as estiagens, os veranicos e as geadas não conseguirão alterar substancialmente os índices de desempenho de uma vacada meio-sangue Guzonel, pois ela soma as virtudes plasmadas pelo deserto de Kutch e as virtudes plasmadas pela terra fértil indiana de Andhra Pradesh. É a rusticidade aliada à tenacidade. É a precocidade aliada à habilidade materna.

 

A solução mais barata, portanto, para os trópicos está nos cruzamentos de Zebu com Zebu – para formar a vacada criadeira. Ao acasalar o animal originário de desertos (Guzerá) com o Nelore, o pecuarista está juntando dois extremos, ou seja, está obtendo o máximo de vigor híbrido (ou heterose) no Zebu.

 

O Guzerá, nos desertos, tem que ficar vivo, parir, cuidar da cria, produzir leite e ser gregário. Já o Nelore tem que apresentar alta fertilidade, alta precocidade, excelente capacidade parideira e apresentar crias hábeis para caminhadas logo após o nascimento. Esta união só pode dar certo. Assim nasceu o Guzonel (touro Guzerá x fêmeas Nelore).

 

Existem várias possibilidades de formação de vacadas-criadeiras. Tudo começa pelo Guzonel.

 

 


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